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25.03.2012 - Acabamento com pastilhas é tendência na construção civil

Revestimento com pastilhas encanta os consumidores com seu colorido e oferece diversas possibilidades de uso.

As pastilhas de revestimento ficaram populares entre os brasileiros. Elas estão em todos os tipos de imóveis: dos comerciais às residências. Nesse mercado, o importante é a variedade.O empresário Jairo Bugno apostou nessa tendência e investiu R$ 350 mil em uma fábrica de pastilhas, em 2004. A produção é elaborada. Primeiro, as placas de vidro são cortadas em pequenos quadrados. Em seguida, o vidro é esmaltado. Depois, vai para um forno, numa temperatura de 800 graus. No fim, é separado em placas.
 

Desde que montou a fabricação, o maior desafio do empresário é enfrentar a concorrência das pastilhas chinesas. Elas chegam ao mercado com preço abaixo do custo da produção brasileira.“O preço finalizado dele é o custo da nossa matéria-prima do vidro que ainda vai ser beneficiado”, diz o empresário Jairo Bugno. “É um total absurdo, porque o vidro ainda tem que entrar num processo de produção, esmaltação, tudo isso”.
 

Se não dá pra competir com preço, o jeito é se diferenciar. Uma fábrica lançou a pastilha-bolha. Ela tem efeitos que parecem bolhas de ar, mas na verdade são reações químicas, pois só esses detalhes na peça que o importado chinês não tem dobram o preço de venda da pastilha.O empresário Jairo Bugno gastou dois anos na criação da pastilha-bolha. Foram muitos testes até chegar ao modelo atual.
 

“A bolha nada mais é do que um processo físico-químico entre duas pastilhas de vidro que, entrando no forno, recebem uma determinada temperatura e formam as bolhas”, revela o gerente da fábrica, Marcelo Kamio.Outra estratégia de venda são as pastilhas personalizadas. A empresa remonta as placas, uma a uma, ao gosto do cliente. A personalização representa 30% do faturamento da loja.
 

“Eu estou fazendo uma miscelânea. O cliente escolhe a tonalidade. Nós fazemos essa miscelânea, esse jogo de cores para ele. Vai dependendo da cor que ele quer”, explica o montador Leandro Molina.Hoje a empresa tem uma fabricação própria de quatro mil metros quadrados de pastilhas por mês. A expectativa é de que a produção aumente 10% este ano. Mas para isso é preciso abrir novos pontos de venda.
“Entrando no interior, abrindo várias lojas da marca e dando todo atendimento ao diferencial, à padronização, a novos produtos, porque estamos cada vez mais com novos produtos na linha de pastilha”, explica Jairo.Na loja do empresário, o segredo é oferecer opções diferenciadas ao consumidor. Além da pastilha de fabricação própria, a loja vende outras 12 marcas. São pastilhas de vidro, porcelana, pedra, aço inox, concha e até de coco.“Hoje em dia existem feiras especializadas que lançam constantemente novidades. Principalmente para o arquiteto, que é um público especial, que gosta muito de novidades, para atrair mais vendas da pastilha”, conta o coordenador de marketing, Thiago Xavier.
As pastilhas custam desde R$ 35 até R$ 913 o metro quadrado. No total, a loja vende 10 mil metros quadrados de pastilhas por mês.“O diferencial nosso é o estoque e a pronta entrega de quase 80, 100 mil metros quadrados que o cliente compra e já retira dentro da loja”, diz Jairo.
 

Em uma padaria em reforma, a opção foi colocar pastilhas brancas nas paredes. Segundo o empreiteiro da obra, Kleber Bocci, a pastilha dá o aspecto de limpeza, com ótimo custo-benefício: “A gente gosta de colocar as pastilhas nas obras devido à praticidade, beleza, custo-benefício para o cliente e também entrega rápida”.Em outra padaria, as pastilhas estão em todo o lugar. Por fora e por dentro, nas paredes, nas colunas, no balcão. A dona da padaria, Tatiane Ferreira, personalizou o ambiente e misturou as cores: amarelo, azul, laranja, preto. Para Tatiane, as pastilhas são a opção mais prática para quem trabalha com alimentos: “A pintura você tem que fazer, renovar sempre. A pastilha é só lavar, limpeza. Você pode estar limpando sempre, é melhor, mais prático”.
 

“A pastilha entrou com tudo no mercado. A gente pega dos anos 90 pra cá, deu um boom no mercado imobiliário. A pastilha entrou em alta. Houve um acumulo muito grande, a venda dos arquitetos, especificadores, eles entraram com tudo nessa linha de pastilha”, revela Jairo.
Fonte: PEGN - Globo.com 
Publicada no dia 10/05/2010 às 15h42


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